Mario Sales: o “cão de guarda” das defensivas por onde passou

POR MANOEL FAÇANHA

O volante Mário Sales participa, no início da tarde desta sexta-feira (11), a partir das 13h, do quadro “Memórias de Boleiro”, apresentado no programa “Diário do Esporte” (TV Rio Branco/Rede Cultura – canal 8.1).

Revelado nos campinhos de bairro, no segundo distrito de Rio Branco — mais precisamente no Papoquinho e no Marreta —, o volante Mário Sales de Oliveira, na segunda metade da década de 1960, já chamava a atenção pelo bom futebol apresentado. O primeiro clube do atleta foi a Ponte Preta, equipe recheada de outros garotos bons de bola, muitos dos quais brilharam, quando adultos, nos principais clubes acreanos.

Conforme entrevista de Mário Sales concedida para o cronista esportivo Francisco Dandão, pouco antes de completar 16 anos (ele nasceu em 3 de dezembro de 1956),  foi levado pelo goleiro Tidal para o time juvenil do Atlético Acreano, em 1972. Como já era conhecido do pessoal do Galo, não foi preciso nem fazer teste. Foi chegar e ganhar a camisa número 5, aquela destinada ao jogador que atua como o cão de guarda dos zagueiros logo atrás.

O restante da história o leitor pode conferir no quadro “Memórias de Boleiro”, apresentado pelo jornalista e historiador Manoel Façanha, com a participação dos cronistas esportivos Chico Pontes, Raimundo Fernandes e Antônio Muniz.